Dados, tendências globais e um caminho concreto para empresas que querem agir com segurança
A inteligência artificial deixou de ser tendência para se tornar realidade operacional. Em 2025, 72% das empresas globais já utilizavam IA em algum processo um salto de 17 pontos percentuais em relação ao ano anterior, segundo a McKinsey. No Brasil, 54% da população já usou IA generativa, acima da média mundial de 48% (Ipsos/Google, 2024). Esse movimento alcança até setores historicamente conservadores. O mercado funerário é um deles e está mudando.
O medo é compreensível. Substituição de empregos, perda de privacidade e decisões automatizadas em momentos de extrema vulnerabilidade humana como o luto geram resistência legítima. Mas os dados mostram uma outra face, empresas que adotaram IA relatam ganhos expressivos de produtividade sem reduzir equipes, e o mercado global de IA cresce a uma taxa anual de 37,7%.
No setor funerário, a tendência global conhecida como Death Tech já é realidade em países como EUA e Reino Unido. Plataformas de planejamento antecipado, chatbots de atendimento e QR codes em lápides para memorialização digital. No Brasil, a adoção ainda é gradual o que representa uma janela de vantagem competitiva para quem agir primeiro. “Digitalização de serviços, IA e automação têm sido incorporadas para tornar os serviços funerários mais acessíveis, eficientes e humanizados.” Revista Exame, abril/2025
Na prática, o impacto imediato aparece onde há volume e repetição: triagem de atendimento, geração de contratos, cobrança automatizada, relatórios financeiros em tempo real e personalização de cerimônias. Funerárias que adotam essas ferramentas reduzem erros manuais e liberam seus times para o que mais importa: o cuidado humano com as famílias. O que as empresas do setor podem adotar agora:
- Chatbot de atendimento inicial;
- Automação de contratos;
- Faturamento autonomo.
A Heternum atua exatamente nesse ponto de virada: do diagnóstico de maturidade digital à adoção estruturada de IA, com capacitação de equipes e governança desde o início. Para o setor funerário onde confiança e empatia são inegociáveis a tecnologia só agrega valor quando implementada com responsabilidade e propósito. A mensagem que fica é “a IA não substitui o toque humano. Ela libera as pessoas para oferecê-lo melhor”. E quem começa agora sai na frente.

